Confirma-se que Las Vegas é o delírio para qualquer turista, não só para os viciados do costume, mas sobretudo para todos os que se encantam com a grandiosidade e originalidade dos edifícios, com os inúmeros espectáculos e atracções da cidade e seus hotéis, com a vida 24h sobre 24h, com a imensidão de néons que iluminam as noites, com a mescla de gente que se move ao longo da Strip, com a excentricidade que se respira e o tom de festa com que ali, inevitavelmente, se convive.
Todos temos uma pequena noção de como Vegas é, mais não seja aquela impressão que retiramos dos filmes, do CSI, das músicas que sobre ela versam (de Elvis a Kate Perry, passando pelas Cocteau Twins), mas estar lá é «outra coisa».
Todos temos uma pequena noção de como Vegas é, mais não seja aquela impressão que retiramos dos filmes, do CSI, das músicas que sobre ela versam (de Elvis a Kate Perry, passando pelas Cocteau Twins), mas estar lá é «outra coisa».
Perguntamo-nos como pôde uma cidade crescer tanto no meio do deserto, sem grandes recursos. Diz a história que enquanto nos demais estados se procurava proibir o jogo, ali legaliza-se a prática na década de 30. Surgem então os casinos, hotéis, luxuosas lojas e diversão non stop, cativando turistas de todos os cantos do mundo, e assim nasce a capital mundial do entretenimento.
Percorremos os muitos quilómetros da Strip de dia e de noite. Claro que à noite o ambiente é muito mais fascinante, mas as fotos que melhor mostram a moldura desta interminável avenida são as tiradas à luz do dia. À noite, a luz ofusca pessoas e máquina fotográfica. Aí, só se vislumbra a beleza da cidade com os próprios olhos, in loco. Surpreendente também é a vista quando descolamos, na despedida, e espreitamos pela janela, através da qual a cidade se mostra ainda mais magnificente, lá em baixo, imensurável, perdida entre areia e montanhas rochosas.
Há uma estátua da Liberdade...
... e uma Torre Eiffel
... e não falta nem o Arco do Triunfo
Nova Iorque e Manhattan também marcam presença
Mandalay Bay
MGM
3 comentários:
confesso que sempre que me falam em Las Vegas me lembro, automaticamente, de "Aprendendo de Las Vegas". Um dos livros mais conhecidos da Teoria e Crítica da Arquitectura, de Robert Venturi, Steven Izenour e Denise Scott Brown.
Não é apenas e só sobre Las Vegas, mas é muito e também sobre a dita cidade. Trata do simbolismo da forma arquitectónica e Las Vegas como forma de comunicação. Tenho de te mostrar o livro, se quiseres, claro! ;) Eu tive de o ler todinho... que remédio!!!
E viva o kitsch!
belas fotografias!
As fotos são umas minhas, outras do G. ;)
Quanto à arquitectura e paisagem urbanística, não tenho a menor dúvida de que LV é um inevitável case study!
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