
Os leitores mais atentos já terão reparado que de há uns tempos para cá mora na barra lateral deste blog uma nova secção, denominada "à cabeceira", que revela o livro que de momento habita a minha mesa de cabeceira.
Pois bem, até ontem esse livro foi "As velas ardem até ao fim", do húngaro Sandór Marai, autor que em vida foi substimado mas que, postumamente, tem sido um sucesso pelo Mundo fora. E não é razão para menos. Neste romance delicado, em pouco mais que centena e meia de páginas, o autor verte numa escrita rica em pormenores ( bem diz ele a dada altura que "só através dos pormenores podemos perceber o essencial"...) as memórias de três vidas que se cruzaram e logo se separaram, ficando, contudo, eternamente unidos.
Pois bem, até ontem esse livro foi "As velas ardem até ao fim", do húngaro Sandór Marai, autor que em vida foi substimado mas que, postumamente, tem sido um sucesso pelo Mundo fora. E não é razão para menos. Neste romance delicado, em pouco mais que centena e meia de páginas, o autor verte numa escrita rica em pormenores ( bem diz ele a dada altura que "só através dos pormenores podemos perceber o essencial"...) as memórias de três vidas que se cruzaram e logo se separaram, ficando, contudo, eternamente unidos.
O romance gira em torno da nobreza da amizade e da imprevisibilidade das paixões. A amizade e a paixão que ditaram um afastamento mas que, quarenta e um anos depois, ditam também um reencontro, à luz das velas e à luz de um monólogo que comove e faz pensar o mais impassível dos seres.



