Quinta-feira, Janeiro 31, 2008

Lágrimas, para que vos quero?

Estou algures entre o estado de preocupação e o de surpresa comigo mesma.
Ontem fui ver aquele que muitos dizem ser o filme do ano - Expiação - ou pelo menos, um dos melhores no seu género.
Um fabuloso melodrama que está justamente nomeado para uma imensidão de óscares. Um romance condenado pela mentira. Cenários de guerra que comoveriam até o mais insensível dos seres. Personagens de densidade psicológica fora do comum. Final longe de ser feliz – thank God - para fugir à previsibilidade do costume.
Tudo isto e eu não verti uma única lágrima.
Há dias assim.

Quarta-feira, Janeiro 30, 2008

Quando o acessório é essencial


É inegável que a carteira de uma mulher é um mistério para o comum dos seres masculinos. Um mundo que lhes transcende, mas que teimam em querer descortinar ou, pior, em questionar.

Lá porque vocês, homens, acham efeminado usar malas masculinas e continuam a andar com a volumosa carteira no bolso de trás e os gadgets nos bolsos da frente, sem que haja lugar para mais um alfinete que seja... escusados são os comentários que tecem quando não encontramos o telemóvel nas profundezas da carteira ou quando são 'obrigados' a segurar a dita por um bocadinho que seja.

Até porque uma certeza tenho: uma qualquer carteira feminina já vos foi muito útil e provavelmente já vos salvou de muita coisa. Desafio-vos a virar uma mala feminina do avesso à socapa e a constatar pelos vossos próprios olhos que se ela pesa uns módicos 3,5 kilogramas, não é porque temos especial prazer em fazer dela um haltere para o dia-a-dia.

Garanto-vos que encontrarão por lá uma imensidão de coisas indispensáveis - leia-se: porta moedas, carteira de documentos, telemóvel, agenda e óculos de sol - e depois, outras não menos indispensáveis.
Um livro (que muito poderá dizer sobre a sua dona), uma garrafa de água (que já vos saciou muitas vezes), lenços de papel (que com certeza já vos foram muito úteis), um pequeno guarda-chuva (que vos alberga frequentemente), um snack ou pacotinho de bolachas (que já vos salvou a barriga de miséria), uma bolsinha de maquilhagem (que são responsáveis pela aparência impecável de uma mulher mesmo depois de um dia caótico, pelo que podem estar-lhes agradecidos...), duas ou três espécies de medicamentos (que dão um jeitão quando a dor de cabeça ataca) e uma echarpe (que previne a vossa mais-que-tudo de eventuais resfriados...).

Tudo isto para vos advertir: deixem lá de conjecturar sobre a bagagem feminina. E livrem-se de nos fazer má cara quando levamos horas a descobrir o molho de chaves ou quando simplesmente vos pedimos, por favoooooooor, para segurar a carteira por uns instantes.

Se carregamos com este acessório diariamente, é porque ele é essencial à nossa (e por arrasto, à vossa...) sobrevivência. Onde é que está a dificuldade em perceber coisa tão simples?

Domingo, Janeiro 27, 2008

Recomenda-se


Não me canso de ouvir esta revelação de 2007.
Leona Lewis ganhou a Operação Triunfo lá do sítio e já goza de uma projecção mundial de fazer inveja a divas recentes como Rihanna e Alicia Keys ou até a consagradas como Whitney Houston ou Mariah Carey .
Com 21 anos, a menina furacão está a revolucionar o mundo da música e Bledding Love foi a música mais vendida nos EUA em 2007.
A par disso, está nomeada para várias categorias dos mais conceituados prémios musicais por esse mundo fora (como por ex. os Brit Awards), tem batido inúmeros records e já ficou para a história, uma vez que o seu disco "Spirit" ocupa o 4º lugar da venda mais rápida da história da música britânica - 375 mil cópias numa semana.

Sábado, Janeiro 26, 2008


mas talvez amanhã seja domingo no mundo
e tudo bata certo por um segundo

Sexta-feira, Janeiro 25, 2008

Uma dose de civismo, sff.!

Há pouco, no metro, duas mulheres adultas (pelo menos no BI...), desataram à bofetada por causa de um lugar. Sim, um lugar (!!). A coisa só parou quando chegou um segurança. Até lá, era ver uma e outra num espectáculo vergonhoso. A coisa já seria grave, mas uma assistência entusiasmada e sedenta de emoções num fim de tarde de sexta feira espicaçava as senhoras (que no fundo, eram tudo menos isso). Terminada a viagem, nunca fora tanta a vontade em fugir do metro. Chegada a casa, ainda estou atónita com o que vi. Quanto às intervenientes no episódio, muito provavelmente já nem se lembram do sucedido, embrenhadas que estão nas suas vidinhas tristes e frívolas, mas cheias de grandes emoções.

Quarta-feira, Janeiro 23, 2008

Ficção de luxo na estação pública


Pouco me espanta a atribuição de Melhor Programa de 2007 a esta série-documentário que me prende ao ecrã nos serões de domingo.

Trata-se do merecido reconhecimento pela Associação de Telespectadores da qualidade e do serviço público prestado pela série de ficção que cativa os mais novos e
Conta-me como foi é das poucas coisas nos canais generalistas portugueses que não me dá enjoos.
Já tinha, por diversas vezes, mencionado o quanto me agrada ver boa ficção, que alia o pedagógico ao lúdico de uma forma subtil e exemplar.
A excelente adaptação de um formato que não é nosso - o original é «Cuéntame como pasó» e reporta aos anos do franquismo aqui por terras vizinhas. Um retrato fiel dos anos sessenta neste Portugal então encafuado e absorto do Mundo, que sem moralismos ou juízos de valor, entretém miúdos e graúdos. Uns aprendem, outros recordam.
Quanto ao elenco: sublime - desde os veteranos aos mais novatos (destaque para Luís Ganito, o petiz e narrador) - e o trabalho soberbo ao nível de cenografia, figurinos, etc.
Por tudo isto, uma produção que não me canso de elogiar e que finalmente viu reconhecida a sua qualidade, característica tão rara na ficção nacional.

Terça-feira, Janeiro 22, 2008

SOS

Maldita hora em que agradeci o soalheiro Inverno com que S.Pedro nos brindou. (infra)
Ao que parece, o bom tempo também faz das suas e chegou a minha vez de experimentar esta sensação. Uma espécie de gripe que calha a todos..!
A coisa já de si não é agradável, mas ficar enclausurada em casa num dia maravilhoso como este é um verdadeiro suplício!
Enfrascada em medicamentos, tento - em vão - entreter-me com a nossa tv.
José Castelo Branco, animalesco nas vestes e em tudo o mais.
[Socorro! E continuo o zapping]
As escolas de sambas portuguesas e o ar pindérico com que plagiam o país irmão.
[brghghghg]
A histérica da Júlia Pinheiro a dissertar sobre demónios e exorcismos.
[medoooooo, muito medo]
O inspector-geral da Asae na AR, a divagar e a empoeirar as questões sobre o fundamentalismo que caracteriza aquele organismo.
[next]
O meu estado já era suficientemente grave, mas creio que - por razões óbvias - acabei de piorar.

Sexta-feira, Janeiro 18, 2008

O Inverno do meu contentamento


Haverá coisa melhor que acordar com os raios de sol a beijarem-me a face?
Haverá coisa melhor que sair de casa sem guarda chuva a reboque?
Haverá coisa melhor que almoçar na esplanada em Janeiro?
Haverá coisa melhor que um melancólico passeio de fim de tarde junto ao Tejo adormecido?
E que um regresso a casa tranquilo, livre do caos que os dias invernosos imprimem à cidade?
Abençoado sol de Inverno, tempo ameno e pluviosidade a zero!
* Foto by Madalena Pestana

Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

A vida por um canudo


Insurge-se aqui a Cristiana - amiga e blogger vizinha - pelo que se passa com o emprego em Portugal. Insurge-se ela e tantos outros jovens pelo país fora. Grave, é que se insurgem com muita razão. Trabalho sem perspectivas de progressão, míseros ordenados, horários que roçam a escravidão, ou... desemprego! Ao meu redor são muito os casos de desemprego e emprego precário (já nem sei o que é pior!) após término de licenciatura. E os números do desemprego que o INE apurou aqui, são bem reveladores da tragédia lusa que se abate, particularmente, sobre o grupo etário dos 25-34 com formação superior – 32%.

Eis, dois casos que conheço de perto e que dão muito que pensar:

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Nova, com boa média. Estágio no departamento de comunicação de uma das maiores empresas de recursos humanos em Portugal. Seis meses depois, pese embora o trabalho feito tenha sido reconhecido, os elogios frequentes e a integração ter sido excelente, o destino é o que menos se lhe esperava. O estágio não é renovado. Porquê? Porque estagiários sequiosos de um lugar ao sol é coisa que não falta por aí. Porque sai-lhes bem mais barato um estagiário (com as ajudas e subsídios) que dar lugar a alguém que já adquiriu alguma experiência e know-how. Porque compensa ter que debitar o modus operandi das coisas tim-tim por tim-tim de cada vez que se acolhe um estagiário, que contar com alguém já integrado e preparado, e que a ter lugar no quadro sai mais dispendioso.
O que se seguiu? Depois de muitos CV’s enviados, idêntica experiência mas... remuneração zero! Apenas um subsídio vergonhoso. Lembra aquela ideia de “trabalhar para aquecer”, mas eu cá vou acreditando que ganha experiência, contactos na área e, claro, “bagagem”. Pelo meio ainda concorreu a alguns dos lugares gerados pelo PEPAL 2007 (Programa de Estágios Profissionais na Administração Local), mas foi preterida por possuir licenciatura quando só procuravam alguém com bacharelato (!!!!).

O outro caso é o de um licenciado em Comunicação Social pela Univ. Católica, com média bastante razoável. Depois de estágio num diário desportivo, não foi reconduzido, ainda que o merecesse. Seguiu-se um lugar de estagiário num diário de grande tiragem, mas diminuto em qualidade – uma espécie de tablóide bastante lido pelo país. Ano e pouco por lá e ficou efectivo. «E então?» – perguntará o leitor. Então... ganha uns míseros seiscentos euros e é quotidianamente escravizado. Ainda assim, não crê que seja um cenário negro – tem colegas de faculdade em igual (ou pior) situação, nos jornais ditos de referência.

Dois casos tão chocantes quanto preocupantes. É verdade que muitos dos jovens recém licenciados rejeitam empregos de menor status, porque sempre acreditaram que um canudo lhes reservaria melhor futuro. Assim espero, mas nos dias que correm, com ou sem canudo, com ou sem status, um posto de trabalho pode ser considerado uma benção. Daí que os jovens já estejam ‘dispostos’ a quase tudo. E claro, daí que as empresas se aproveitem vergonhosamente deste desalento geral e formulem propostas de trabalho nos termos daquela que a Cristiana denuncia...

Terça-feira, Janeiro 15, 2008

Diz-me que sim


Olha-me com a mesma curiosidade com que me olhaste pela primeira vez.
Solta-me os cabelos, perde-te e encontra-te em mim.
Sussurra-me segredos e desejos, como se fosse o fim.
Canta-me palavras soltas e beija tudo o que há de mim.
Ou, simplesmente, diz-me que sim.

Domingo, Janeiro 13, 2008

Hoje foi noite...


... de boa música portuguesa.
O menino rebelde da música portuguesa, João Pedro Pais, aqueceu a noite fria que se abateu sobre a cidade e acolheu com fulgor o público que (quase) encheu o CTA. Um concerto intimista qb, com registo de grande interacção entre público e o músico, cheiínho de êxitos mas intercalando com temas menos conhecidos e por fim, direito a um soberbo encore .
Não sou acérrima fã de JJP, mas cativa-me a sua despretensiosidade (tão rara nos artistas de sucesso...) bem como o seu eterno ar de menino traquina.
As letras podem, a priori, parecer-nos óbvias. Mas quase sempre dão azo a variadas e díspares interpretações.
Ademais, reconheço-lhe bastante mérito pelo empenho que tem na construção de uma carreira que hoje é sólida e lhe vale uma estima enorme por parte do público português.
Esta noite, o espectáculo valeu pelo corte com o formato usual. Num tom mais soft, versões acústicas de fazer arrepiar, jogos de luz sóbrios mas magníficos e excelentes músicos em palco. Do piano (Rui Almeida, genial!) à bateria (Emanuel Ramalho, imponente!), a certeza de que o cantautor é um menino prodígio que se faz acompanhar por profissionais igualmente prodigiosos.
Não tenho dúvidas de que daqui uns anos será referência
- se já não o é - incontornável da música portuguesa de qualidade.

* foto de Joana Lima Rocha

Terça-feira, Janeiro 08, 2008

Hoje, mais do que nunca, alimento um progressivo ódio àqueles nerds que dão pela denominação de engenheiros informáticos.
Quais chicos-espertos, aparecem-me no gabinete para resolver um pequeno problema técnico, balbuciam aquele dialecto que só a eles lhes interessa mas que acham um must por ser incompreensível aos demais, coçam a cabeça e franzem o sobrolho como se estivessem a prever um bug de dimensões incomensuráveis... e, no fim, acabam por revelar menos inteligência que um bug (aqui no sentido literal da palavra).
Mais grave, acham que ser geek está na moda! E moda é coisa que, decididamente, não se coaduna com eles. Aquela gravata roxa era a cereja no topo do bolo, que é como quem diz, a peça ideal para combinar com o desbotado fato de bombazine castanho e o sapatinho bem engraxadinho. Uff!
Eventualmente, ao generalizar, estarei a ferir susceptibilidades alheias e, quiçá, de alguns dos leitores. Mas a verdade - sublinhe-se - é que hoje tenho todos os motivos para insultar esta espécie de seres: afinal de contas, o tal da gravata roxa mandou ao ar um ficheiro Excel com que estou a trabalhar há décadas, sem se lhe ter ocorrido fazer um backup (!!!) . Pior, quando a única coisa que se dignou a proferir foi um desajeitado e insensível «lamento».
Não fazem ideia, não podem sequer imaginar, a vontade que tive em apertar-lhe o pescoço à la Cruela De Vil....!

Sexta-feira, Janeiro 04, 2008

Memórias


... ou coisas que me fazem sentir vetusta! [V]

Desta vez nem precisei de vasculhar o meu baú das memórias para me sentir vetusta. Alguém fê-lo por mim. E esse alguém dá pelo nome de Pedro Lomba, jurista, cronista e também blogger, ao escrever no DN de ontem qualquer coisa como:
“O tempo que passávamos frente ao aparelho a contemplar a mira técnica, à espera que a emissão do dia começasse. Éramos crianças estranhas. Essas infinitas horas de exposição à mira técnica marcaram a forma como crescemos. Causaram danos que a RTP deveria talvez compensar. Eu, por exemplo, demorei anos a recuperar daquele piar constante e esganiçado, logo pelas 8 da manhã.”
Alguns anos me separam do autor destas palavras, mas a verdade é que vivemos coisas semelhantes, como esta imagem que se nos entranhou na retina, refastelou-se na memória e dificilmente de lá sairá.
Se bem me lembro, na altura deitávamo-nos a ouvir o Vitinho e acordávamos ainda mal o sol tinha nascido, ansiosos pela programação da manhã.
Madrugávamos à espera do Dartacão, dos Estrunfes, do Tom Sawyer e sei lá que mais!
O Pedro Lomba acha que isso fazia de nós crianças estranhas.
Eu cá, considero bem mais estranhas as crianças de hoje. Deitam-se tarde e a más horas, vivem de maratonas de jogos electrónicos em frente a um ecrã ou pc, acordam tarde, devoram séries cujos conteúdos são pouco recomendáveis, crescem como plantas com adubo e um dia hão-de lamentar não ter tido uma infância doce, tranquila, e sobretudo, pedagógica.

Quinta-feira, Janeiro 03, 2008

Com Tacto


Já reparaste que a forma como a minha mão se junta à tua é tão peculiar, tão espontânea, que me parece sempre diferente cada uma das inúmeras vezes que entrelaçamos os dedos?

Nunca o toque da tua mão na minha foi tão ansiado por mim como hoje.

Por que damos as mãos?

Pergunto-te.

Damos as mãos para provar que nos completamos e nos complementamos.
Damos as mãos porque sim, porque esse gesto é-nos intrínseco, porque se não o fizermos, se a minha mão não tocar na tua sempre que o deseja, a imensidão que nos atrai não se manifesta, não se concretiza e não prolifera no espaço e no tempo que nos circundam.
Damos as mãos porque esse encaixe perfeito entre a minha mão e a tua possibilita uma comunicação tão própria que os demais em tempo algum compreenderão.
Damos as mãos como se de uma celebração se tratasse.
É esse pequeno gesto que traça entre nós uma linha incorruptível, capaz de deter quaisquer obstáculos ao que construímos e alimentamos com uma dedicação e empenho sem igual.
E por mais fugaz que seja, o toque da tua mão na minha é como que um fio condutor que leva até ti toda a minha veemência, e que regressa trazendo-me a tua inesgotável tranquilidade.
O nosso ‘dar as mãos’ é transcendente e espontâneo, como tudo em nós… concretiza-se com a devida naturalidade , mas ultrapassa-nos.
É-nos inevitavelmente superior.

Respondes-me.

Hoje, mais do que nunca, queria ter-te por perto, ter a tua mão por perto, senti-la percorrer cada pedacinho da minha, dar-lhe vida e amaciá-la – qual bálsamo suave. Com a ternura que te é habitual, desejo o simples toque dos teus dedos, um a um, a percorrerem a palma da minha mão, transmitindo-lhe mensagens codificadas sob o signo que nos congrega.

Sentir o aproximar de cada um desses teus longos dedos dos meus, faz-me pensar e repensar nesse contacto que é como um símbolo do que nós somos.
Um símbolo inegável do que nos une e do que nos torna unos.

Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Finalmente


O 1º de Janeiro foi, este ano, dia mais ansiado por mim que o habitual.
Finalmente vigora a Nova Lei do Tabaco.
Finalmente, vou poder almoçar sem ter que simultaneamente deglutir o tabaco do vizinho do lado.
Vou poder sair à noite e regressar a casa sem ter corpo e roupa a tresandar a fumo.
Vou poder esperar o metro sem ter que gramar a moça do microfone a alertar repetidamente para a proibição de fumar, mesmo quando muitos a ignoram.
Last but not the least,
o estado da minha saúde dependerá, exclusivamente, de mim.

Claro que, por outro lado, vou ter que levar com os fumadores menos dados ao civismo a balbuciar imbecilidades como "discriminação", "livre escolha", blá blá blá blá blá blá.
Acho curioso que queiramos sempre estar a par dos demais países europeus, mas que nos retraiamos quando chega a hora de adoptar medidas já há muito vigentes por essa Europa fora.
Eu cá, continuo a considerar que o civismo é o elementar passo para a grandeza de uma nação. Mas nós por cá, continuamos a achar que impregnar os espaços públicos daquele produto maléfico, obrigar os outros a inalá-lo, e dar cabo da saúde dos demais é, tão somente, um direito! ... ...